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Cadeia Produtiva de Flores Tropicais

Produtores e representantes dos diversos elos da cadeia produtiva de flores tropicais estiveram presentes no I Seminário Estadual de Produção Integrada de Flores no Brasil, realizado no dia 10 de agosto, no Centro de Negócios do Sebrae. O evento teve como objetivo central difundir o Programa de Produção Integrada de Flores, coordenado pela Embrapa Agroindústria Tropical.

Produtores e representantes dos diversos elos da cadeia produtiva de flores tropicais estiveram presentes no I Seminário Estadual de Produção Integrada de Flores no Brasil, realizado no dia 10 de agosto, no Centro de Negócios do Sebrae. O evento teve como objetivo central difundir o Programa de Produção Integrada de Flores, coordenado pela Embrapa Agroindústria Tropical.
            Após a sensibilização sobre a importância do projeto, no dia 11 de agosto, os participantes visitaram duas propriedades na serra de Guaramiranga que apresentam produção de flores e plantas ornamentais. O coordenador geral de Sistemas de Produção Integrada da Divisão de Horticultura do Ministério da Agricultura, Marcus Vinícios Martins, disse esperar a adesão de um grande número de produtores ao projeto no Ceará. “O Ceará, particularmente o maciço de Baturité, tem condições favoráveis ao desenvolvimento dessas espécies. O evento foi muito proveitoso”, disse.

            O pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical e coordenador da PI no Ceará, José Luiz Mosca, explica que o programa busca elevar os padrões de competitividade “por meio da adoção de boas práticas de produção e conceitos de rastreabilidade”. Mosca acredita que o Brasil e, particularmente, a região Nordeste, possui um grande potencial para a atividade. “Temos solos e climas propícios, rotas aéreas regulares e políticas públicas voltadas para o setor, tornando a região privilegiada para o desenvolvimento da floricultura”.         

            O chefe geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, que abriu o evento, explicou que o PI apresenta um importante protocolo de certificação. Segundo ele, o evento foi realizado em um momento em que a floricultura cearense passa por uma fase de estabilização, considerando-se o período entre 1999 e 2006 quando a atividade experimentou um crescimento significativo. “Também ocorre em um momento em que, passado o pior da crise internacional, se pensa na conquistas de novos mercados e na retomada das exportações”, completou.  Segundo ele, hoje no Ceará, só na região da Ibiapaba existe uma produção semanal de 8 toneladas de rosas com 40 hectares de estufas na região.  “O Ceará responde por 63% das exportações, com um potencial altamente expressivo”.

Fonte: Jornal acontece, nº 326

 

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